segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Grupo de oração

A reunião de oração acontece todas as quintas a partir das 19:30, e você é nosso convidado, venha partilhar conosco esses momentos de louvor, oração, entrega, uma chuva de bençãos é derramada a cada semana!!

Acampamento de carnaval

está aberto as inscrições para nosso acampamento de carnaval, aproveite o valor promocional e corra fazer sua inscrição, porque vai ser maravilhoso!! 

A doação é algum material de limpeza ou de higiene pessoal!!

https://goo.gl/forms/Re8SnejXD8K97BUG2
 — em Pato Branco

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Ano novo!!

E a virada de ano foi assim:
Muito louvor, oração e adoração!
Com a esperança e a confiança de que 2017 será um ano de bençãos!









sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Tempo do Advento


A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor. Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive aalegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 
Como se estrutura o Tempo do Advento
O tempo do Advento não tem um número fixo de dias e depende sempre da solenidade do Natal. Ele começa na tarde (1ª Vésperas) do primeiro domingo após a Solenidade de Cristo Rei e se desenvolve até o momento anterior à tarde (1ª Vésperas) do Natal. Ele possui quatro semanas e, por isso, quatro domingos celebrativos. O terceiro domingo do Advento é chamado de domingo da alegria (gaudete, em latim) por causa da antífona de entrada da missa (Alegrai-vos sempre no Senhor), mostrando a alegria da proximidade da celebração do Natal. O tempo do Advento se divide em duas partes. A primeira, que vai até o dia 16 de dezembro, é marcada pela espera alegre da segunda vinda de Jesus. A segunda, os dias que antecedem o Natal, se destaca pela recordação sobre o nascimento de Jesus em Belém.

As figuras Bíblicas principais do Advento
Dois personagens bíblicos ganham destaque na celebração do Advento: Maria e João Batista. Ela porque foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, e ele porque foi vocacionado a ser o precursor do Messias. Ela se torna modelo do coração que sabe acolher a Palavra e gerar Jesus. Ele se torna modelo de uma vida que sabe esperar nas promessas de Deus e agir anunciando e preparando a chegada da salvação. Em ambos se manifesta a realização da esperança messiânica judaica e o anúncio da plenitude dos tempos.

“Atentos e vigilantes”
A espiritualidade do Advento é marcada por algumas atitudes básicas: a preparação para receber o Cristo; a oração e a vivência da esperança cristã. A preparação para receber o Senhor se dá na vivência da conversão e da ascese. Precisamos ter um olhar atento sobre nós e a realidade que nos cerca e nos empenharmos para correspondermos com a ação do Espírito de Deus que quer restaurar todas as coisas. O nosso relacionamento com o nosso corpo e os nossos afetos, com nossos familiares e pessoas íntimas, nossa participação na vida eclesial e social devem estar no foco de nossa atenção. A preparação para celebrar o Natal demanda uma confissão sacramental bem feita e um propósito firme de renovação interior.

“Orai a todo momento”
Este tempo é marcado por uma vivência mais profunda da vida de oração. A leitura orante deste período nos coloca em contato com as profecias de salvação do Antigo Testamento, com a expectativa que os cristãos da Igreja primitiva tinham da Parusia e com os eventos principais que antecederam o nascimento de Jesus. A recordação dos eventos que antecederam a primeira vinda de Cristo se torna a base da preparação da Igreja para o novo Advento do Senhor. A Santa Missa e a Liturgia das Horas são os principais momentos celebrativos. Os exercícios de piedade, como a oração e a meditação dos mistérios gozosos do Rosário, a oração do Angelus Domini e a Novena de Natal podem ser um caminho feliz para a vivência da oração comunitária neste tempo.

“Para ficardes em pé diante do Filho do Homem”
Cada um de nós, apesar do pecado e do mal que nos cerca, deve desejar sempre mais a felicidade, aceitando que, em última análise, ela é o Reino dos Céus, a vivência em comunhão plena e eterna com Deus. Para isto é necessário vivermos dirigindo nossa vida para esta meta, colocando nossas forças no socorro da graça do Espírito Santo. Deus já nos criou desejando a felicidade. Contudo, por causa do pecado, vamos procurando nas criaturas aquela completude que só pode ser vivida na comunhão com o Criador. O Advento nos propõe entendermos todas as coisas na sua relação com Deus e usarmos elas como meios de estarmos com Ele, colocando nossa esperança nas realidades que não passam.

Para aprofundar...
Para saber mais sobre o assunto, indicamos CIC, nos 1168 até 1171; no Compêndio do Catecismo, perguntas de 241 e 242; no Youcat, perguntas de 184 até 186; e, Sacrosanctum Concilium, parágrafos 102 e 105.

Pe. Vitor Gino Finelon
Vice-Diretor das Escolas de Fé
e Catequese
 Mater Ecclesiae e Luz e Vida

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Tornar a mensagem compreensível aos irmãos


Somos a Renovação Carismática Católica! Movimento eclesial que atende aos critérios de comunhão e missão da Igreja. No nível da comunhão (koinonía) e no nível do serviço (diakonía). É, portanto, a esse segundo grupo que pertencem os “Carismas”. Os carismas fazem parte da nossa trilogia identitária. “A identidade da Renovação pela prática dos carismas é tão veemente que dispensa maiores análises. Basta lembrar que o próprio nome com a qual nos designam - ‘carismáticos’ – advém dessa prática” (Apostila Identidade da Renovação Carismática Católica, Módulo Básico).
Os carismas são dons, são presentes do Espírito Santos para nós. “Mas é o único e mesmo Espírito que isso tudo realiza, distribuindo a cada um dos seus dons, conforme lhe apraz” (I Cor 12, 11). O Frei Raniero Cantalamessa, pregador da casa pontifícia, em seu livro “A poderosa unção do Espírito Santo” nos explica que carisma é uma manifestação ou epifania do Espírito para a Igreja. Desta forma, podemos compreender que os carismas são manifestações extraordinárias do Espírito Santo, acessíveis para todos os fiéis, pois são ordenados à edificação da Igreja, ao bem dos homens e às necessidades do mundo. (cf. CIC 799).
Abordaremos neste espaço um dos carismas que compõem o grupo dos dons efusos do Espírito Santo, o carisma da interpretação das línguas, que é um dom de inspiração. É importante situarmos esse carisma dentro da nossa realidade de Grupo de Oração, a célula fundamental da Renovação Carismática Católica, onde os “carismas devem ser manifestados sem restrições, pois fazem parte do ‘Ver e ouvir’ que convence aqueles que estão chegando” (Apostila Grupo de Oração, Módulo Básico)
Qual carismático ainda não ouviu um canto ou profecia em línguas dentro da reunião de oração? Essa manifestação do Espírito ocorre dentro do ciclo carismático: louvor – oração – silêncio – profecia – louvor. Geralmente, depois da oração em línguas no momento de silêncio que segue (Escuta ao Senhor), uma voz se destaca em meio à assembleia e é nesse momento que todas as outras vozes se calam para ouvir, quer seja um canto profético em línguas, que uma profecia (falada ou orada) em línguas. Esse é, em especial, um dos grandes momentos dentro da dinâmica da reunião de oração, pois todos sentem que o Espírito está agindo de modo extraordinário na assembleia.
O carisma da interpretação das línguas é a faculdade de perceber o sentido da oração ou da profecia em línguas. Não se confunde com (tradução), é um impulso, através de uma unção espiritual, por meio do qual a pessoal capta o sentido da mensagem e comunica-a, para torna-la compreensível aos membros da comunidade. (Apostila Carismas, Módulo Básico). “É por isto que aquele que fala em línguas deve orar para poder interpretá-las” (I Cor 14, 13). O intérprete sente-se compungido pela ação do Espírito e se lança confiantemente no exercício do dom.
Pode acontecer, não raramente, de haver mais de um intérprete para aquela determinada “profecia ou canto em línguas”. O critério deve obedecer ao dom do “discernimento dos espíritos e como no exercício do dom da profecia geralmente são aceitas quando confirmadas pela assembleia. Algo importante, a saber, é que nem toda oração em línguas é uma profecia em línguas, esta última só acontece quando há uma unção profética que é bem específica, é quando o Senhor deseja falar ao seu povo quer seja para: edificar, exortar ou consolar” (cf. I Cor 14,3).
“Por conseguinte, irmãos, aspirai ao dom da profecia e não impeçais que alguém fale em línguas. Mas tudo se faça com decoro e com ordem” (I Cor 14, 39-40).
Vinde Espírito Criador, a nossa alma visitai e enchei os corações com vossos dons celestiais! (Oração Veni Creator Spiritus)

Mª Anete Marçal Reis

Grupo de Oração Vem Senhor Jesus - Salvador (BA)

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Dia de oração!




No domingo 23/10/2016 aconteceu na comunidade SOS vida missão vida nova, o primeiro encontro com os servos e familiares do grupo de oração Cristo Rei da Paróquia Cristo Rei.
Foram momentos intensos de oração, partilha e adoração!
O encerramento foi com a da Santa Missa, celebrada por Padre Marcelo Holdefer.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O dom de línguas no Grupo de Oração

alt
Jesus disse: “Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas,…” (Mc 16, 17).  Ao estudarmos sobre os dons carismáticos ou dons efusos, geralmente iniciamos pelo dom de línguas. Por que será? Por ser menos importante? Por ser o dom mais frequente aos que passam pela experiência do novo nascimento? Por ser um dom carismático que mais “aparece”? Ou por ser, segundo alguns, o mais “estranho” de todos eles?  Sim e não.
Por certo, o dom de línguas não é menos importante, pois serve como uma porta, mas uma porta principal, que nos oferece acesso para os demais dons, justamente pelo caráter de abertura do coração que esse dom nos confere. Pode-se dizer que é uma porta baixa, baixíssima, e que só estará ao alcance para os que decidirem descer de seu intelectualismo formal, de sua postura adulta e racional, do apego a sua autoimagem.  Isso, porque é preciso fazer-se criança para conversar com o Senhor. Eis aí o segredo para acolher o dom carismático das línguas: fazer-se criança, fazer-se pequeno. Todos nós somos chamados a estar com o Senhor, a ser um Amigo de Deus e falar com Ele “face a face” (Ex 3, 11). E ter um relacionamento de amizade com o Senhor deve ser a coisa mais importante em nossas vidas: “... no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada” (Lc 10, 42).
Nessa premissa, esse dom se faz grande, valioso e importante para a santificação dos fiéis, pois nos aprimora na intimidade com o Senhor, num diálogo filial em que o próprio Espírito Santo vem orar em nós. “Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza: porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis. E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos, segundo Deus” (Rm 8, 26-27).  “Aquele que fala em línguas não fala aos homens, senão a Deus: ninguém o entende, pois fala coisas misteriosas, sob a ação do Espírito” (I Cor 14, 2).  “Ora, o Espírito orando no homem será pouca coisa?” (Encarte da Revista Renovação N.55).
Pode-se dizer que os capítulos 12, 13 e 14 da primeira Carta de São Paulo aos Coríntios se constituem num minucioso tratado de Paulo sobre os dons carismáticos. Todo dom de Deus é uma dádiva, um presente que nos é dado para benefício próprio ou para o bem da comunidade, ou seja, para a edificação de todos. No caso do dom das línguas, de forma especialíssima, um dom de oração, de adoração, dom particular.
O Catecismo da Igreja Católica, no número 2013, ensina: as graças especiais, também chamadas carismas, segundo o termo grego empregado por São Paulo e que significa favor, dom gratuito, benefício. Qualquer que seja o seu carácter, por vezes extraordinário, como o dom dos milagres ou das línguas, os carismas estão ordenados para a graça santificante e têm por finalidade o bem comum da Igreja. Estão ao serviço da caridade que edifica a Igreja.
Paulo, em I Cor 14, 4 nos orienta: “Aquele que fala em línguas edifica-se a si mesmo”. Esse edificar-se pode ser entendido por “construir, induzir ao bem e à virtude”. Dessa forma, o próprio apóstolo nos aponta um benefício pessoal do dom de línguas que pode ser comparado ainda a uma ferramenta do Espírito Santo de Deus que, sem cessar, trabalha na obra de santificação de cada fiel. De forma alguma podemos abdicar de tamanha graça, seja em nossa oração individual, seja orando em reunião com os irmãos.
“... a oração em línguas, de caráter usualmente particular, pessoal, e que, portanto não requer interpretação. Embora de caráter pessoal, ela pode ser exercitada também de modo coletivo, o que acontece nas assembleias onde todos exercem o “dom particular de orar em línguas”, ao mesmo tempo; obviamente, não supõe interpretação. No entanto, Deus – que ouve a oração que milhares de fiéis lhe dirigem concomitantemente de todos os cantos da Terra – por certo entende”.
Nas reuniões dos Grupos de Oração da Renovação Carismática Católica o exercício dos dons carismáticos deve acontecer de forma natural, haja vista ser sua prática um dos pilares no qual se assenta a identidade do Movimento. Os dons, quando exercidos pelos participantes e servos que conduzem a reunião de oração, liberam cura, restauração e libertação. A assembleia é edificada, cresce na fé e santidade.
Para que a reunião de oração seja autenticamente carismática, os servos e demais participantes entram no que costumamos chamar de “Ciclo Carismático”, um momento de grande graça, em que todos são mergulhados no Espírito Santo e, através da escuta profética, o Senhor fala com seu povo. Por certo, o ciclo carismático é iniciado desde que o participante adentra no recinto da reunião de oração, pois a acolhida fraterna dos irmãos traz conforto e alegria, portanto, ali Deus já pode se manifestar se assim o quiser, pois a iniciativa de falar ao seu povo, de tocar os corações é sempre d’Ele e para isso, pode fazer uso dos mais diversos meios e momentos. Todavia, uma sequência de cantos, orações e louvores, ajudará a assembleia reunida a abrir-se à graça derramada, libertando-se de seus fardos e misérias. A oração em línguas surge, por conseguinte, como um auxílio do próprio Espírito Santo que vem em ajuda à falta de palavras em vernáculo para se orar. A oração em línguas e o canto em línguas com fins de glorificação do Senhor, seguido pelo silêncio (silêncio esse tão necessário), ajudam a tornar o ambiente oracional fecundo para a manifestação dos demais dons carismáticos. Os participantes ficam como que na expectativa de se ouvir o Senhor que poderá se manifestar por meio do dom carismático da palavra de ciência, de profecia, de cura, sabedoria e de outros.
João Paulo II, agora São João Paulo II, com sua Dominum et Vivificantem, e a inspirada exortação pronunciada na celebração de Pentecostes de 29 de maio de 2004, dizia: “Desejo que a espiritualidade de Pentecostes se difunda na Igreja como um impulso renovado de oração, santidade, comunhão e anúncio. [...]  Abram-se com docilidade aos dons do Espírito Santo! Recebam com gratidão e obediência os carismas que o Espírito não cessa de oferecer!”
Ressalta-se que se Deus sempre agracia seu povo, caberá a cada servo que faz parte do núcleo de serviço e dos demais ministérios buscar uma vida consagrada, submissão ao Espírito Santo de Deus e intimidade com Ele por uma vida pessoal de oração cotidiana. Torna-se relevante também conhecer e aprofundar-se acerca dos dons carismáticos através de uma formação sólida! Mesmo sabendo de antemão que é de Deus sempre a iniciativa, não se pode deixar de considerar o caráter de colaboração do servo dirigente da reunião e dos demais servos nesse processo de condução da oração, de escuta e exercício dos dons. Todos eles precisam estar cheios de Deus e vazios de si, para serem usados pelo Espírito Santo.
             
Eloisa Elena Noé
Ministério de Intercessão - RCC MG

Total de visualizações de página

Grupo de oração

Grupo de oração